sábado, 11 de setembro de 2010

iCarly fanfic 4 2ª temporada

Olá, gatinhos e gatinhas! Espero que gostem da nova fic. Tem uma outra versão dela no alohacupcake.blogspot.com, para quem quiser ler. Beijinhos:) Comentem, please!!!

*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

***MEU CUP C@KE SUMIU***

Spencer pegou seu cup cake de blue-berry quando o interfone tocou.

– Tá, tô indo – disse ele ao telefone e saiu, deixando o bolinho em cima do balcão da cozinha.

– Obrigado – disse ele ao carteiro, na recepção do prédio, depois de assinar e receber o pacote. Ele abriu. Dentro da caixa havia uma conchinha e uma carta. – Olha só que linda – disse ele, mostrando a concha a Lewbert. – É do Brasil.

– Eu perguntei alguma coisa? – gritou Lewbert. – Sai daqui!!!

Spencer saiu correndo e entrou no elevador. Ele abriu o envelope e leu: “Olá, Spencer. Como vai você? Espero que bem. Poderia mandar um e-mail, mas encontrei esta concha e lembrei de você. Novidades: consegui uma exposição só minha. Foi um sucesso! Vou casar – mês que vem. Estou muito feliz! Amei a foto da escultura “Feito de nozes”. Com amor, Rosa.”

Spencer entrou no apartamento e foi até a cozinha.

– Cadê meu bolinho? – perguntou ele.

– Oi, Spencer – disse Sam, entrando no apartamento.

– Nada de “oi, Spencer”. Devolve.

– O quê? – perguntou a garota.

– Você pegou meu cup cake. Deixei em cima do balcão e ele sumiu.

– Mas eu acabei de chegar.

– Sei – disse Spencer, olhando desconfiado para ela.

– Tchau – disse Sam e subiu as escadas.

NO ESTÚDIO DO IC@RLY

– Pronto – disse Freddie. – Agora o aprato técnico está igual a antes do incêndio.

– Você é demais, Freddie – disse Carly, sentada num pufe, fazendo dever de casa.

– Há algum tempo atrás daria tudo pra ouvir você dizer isso – disse Freddie, sentado-se ao lado dela. – Sabe, às vezes, imagino como teria sido se não tivesse terminado com você.

– Eu terminaria com você – disse Carly. – Uma hora o encanto ia acabar.

– É – disse ele.

– Não fica assim, Freddie. A Sam vai te perdoar. É que ela acha que foi traída. Não por a gente ter se beijado, mas por achar que você ainda gosta de mim.

– É esse o problema, Carly – disse Freddie, levantando-se. – Eu não sei de realmente esqueci você.

– O quê!? – disse Carly, largando os livros e levantando-se.

– Oi, Carly – disse Sam, entrando no estúdio.

– Ahn, oi, Sam – disse Carly.

– Podemos começar o ensaio? – perguntou Sam.

– Um fã enviou um vídeo muito engraçado – disse Freddie. – A gente deveria colocar no próximo programa.

– Desde quando levamos a opinião dele em conta? – perguntou Sam a Carly.

– Sam, o Freddie também faz parte da produção.

– Isso é falta de profissionalismo – disse Freddie a Sam. – Você tá misturando a raiva que tá sentindo por a gente ter terminado pra implicar comigo durante a produção do iCarly.

– E não deveria...?

– Ok, chega – disse Carly. – Vamos começar.

NO COLÉGIO

– Oi, Sam! – disse Wendy, alcançando a garota, enquanto desciam as escadas.

– Oi – disse Sam, entediada.

– Preciso de um favor – disse Wendy. – Pode me ajudar?

– Depende.

– Preciso de um par pra dançar comigo no casamento da minha prima.

– E daí?

– Gostaria que fosse o Freddie, mas ele disse que não poderia ir.

– Não tenho mais nada com ele.

– Então pode falar com ele e...

– Por que eu...? – começou Sam. – A não ser que...

NO @P@RT@MENTO

– O que tá fazendo? – perguntou Carly a Spencer, vestido com uma roupa de Sherlock Holmes e uma lente de aumento na mão.

– Alguém pegou meu cup cake de blue-berry e vou sumiu descobrir quem foi, cara Carly. E vou fazer essa pessoa pagar.

– Oi, Carly – disse Freddie, entrando no aprtamento. – Você quer falar comigo?

– Quero.

– E, aí, pessoal – disse Sam, entrando no aprtamento. – Benson, você tem um casamento pra ir amanhã.

– Não tenho, não.

– Você vai ser o par da Wendy, no casamento da prima dela.

– Disse a ela que não...

– Você vai...

– Não...

– Sim...

– Não...

– Sim...

– Não...

– Não...

– Sim...

– É, você vai – disse Sam, satisfeita. Freddie fechou a cara.

– Que bom que estão os três aqui – disse Spencer. – Só nós quatro estivemos aqui, ontem e se eu não comi o bolinho, um de vocês comeu.

– Não fui eu – disse Sam.

– Não posso ter certeza – disse Spencer, aproximando-se dela. – Estou falando com a rainha da mentira.

– Spencer – disse Carly –, para com isso. Liga e pede uma dúzia de bolinhos.

– Não. Tenho que fazer justiça ao meu cup cake de blue-berry. Por isso que o mundo está como está. A gente esquece o que acontece de errado. – Spencer foi para cozinha, investigano com sua lente de aumento.

– Já vou – disse Freddie. – Preciso tirar meu smoking do armário. – Olhou aborrecido para Sam. – Depois a gente se fala, Carly. Tchau – ele saiu.

ESTÚDIO DO IC@RLY

– ...E CORTA! – disse Freddie, de smoking, desligando a câmera. – Bom trabalho, meninas – ele colocou a câmera no suporte. Ele já estava vestido para o casamento. – Tô indo, já tô atrasado.

– Boa festa – disse Carly. Freddie saiu.

– Vai começar “Zoey 101”, agora – disse Sam e as duas jogaram-se nos pufes e ligaram a TV.

@LGUM TEMPO DEPOIS

– PUCKETT! – gritou Freddie, entrando no estúdio. – Eu vou acabar com você.

– O que foi? – perguntou Carly, colocando-se entre os dois.

– A sua amiguinha me vendeu pra Wendy.

– O quê!?

– É, ela exigiu dinheiro pra me convencer a ir à festa. Quando disse que ia embora, Wendy disse que tinha que o contrato era até o final da festa.

– Sam, por que fez isso? – perguntou Carly.

– Ah, qualé? Eu precisava de um tênis novo. E o Freddie já tava todo derretidinho pra cima da Wendy. Só dei uma forcinha.

– Você é... – disse Freddie, com raiva – ...uma egoísta, mesquinha, que adora pisar nos outros.

– Olha só quem fala de egoísmo. Fingir que gosta de alguém só pra não ficar sozinho e se rebaixar por alguém que não te quer.

– Eu nunca fingir que gosto de você. E talvez seja melhor me rebaixar pela Carly que ficar com você.

– Eu te odeio, Benson – disse Sam, avançando para ele.

– Eu também te odeio, Puckett – disse Freddie.

– Para, gente – Carly segurou Sam. – Voc~es estão com raiva. Não é a melhor hora pra falar.

– Quer saber? – perguntou Sam. – Tô fora do iCarly, pra não encontrar com ele. Já basta na colégio.

– A melhor coisa que você faz – disse Freddie. Sam saiu do estúdio.

– Sam – Carly foi atrás dela.

S@L@ DO @P@RT@MENTO

Sam e Carly desceram as escadas, acompanhadas por Freddie.

– Ah, há – disse Spencer, na cozinha. – Um fio de cabelo loiro – ele levantou-se de detrás do balcão. – Algo a dizer, Sam?

– Para, Spencer – gritou Carly. – Eu comi o bolinho, tá? Tava aí em cima, pensei que não teria problema. Para com essa obcessão. – Sam saiu, batendo a porta. Freddie saiu depois dela. – Ei, precisamos conversar – disse Carly, acompanhando-o. Eles entraram no apartamento de Freddie.

– O que é isso? – perguntou a srª Benson. – Tirem os sapatos. Vão sujar meu chão. Acabei de limpar.

– Mãe, preciso falar com a Carly.

– Ok, não posso nem assisti à novela em paz – ela foi para o quarto.

– Eu pensei que você estivesse apaixonado pela Sam, Freddie.

– Eu também...Mas, eu...eu não parei de pensar no nosso beijo.

– Mas nem foi um beijo de verdade.

– Por isso. Fiquei querendo que fosse.

– Você magoou muito a Sam. E eu tõ me sentindo culpada por separar vocês.

– Eu gosto da Sam, de verdade. Só que acho que ainda gosto de você.

– Até você ter certeza, acho melhor fazer um acordo de paz com a Sam ou vocês vão se matar. E o iCarly? Vamos acabar com o webshow?

DI@ SEGUINTE

– Oi – disse Sam, quando Carly abriu a porta.

– Oi – Sam entrou e Carly fechou a porta. Freddie estava sentado ao balcão.

– Então, por que me chamaram aqui? – perguntou Sam.

– Precisamos conversar – disse Carly. – Você disse que estava fora do iCarly.

– Sam, eu posso sair do programa, se quiser – disse Freddie. – Ah, e desculpa pelo que disse ontem. Eu...

– Desculpa por vender você. Devolvi o dinheiro a Wendy.

– Ela me disse.

– Então, você vai voltar para o programa? – perguntou Carly.

– Vou.

– Ah, que bom!

– Ahn, Sam... – disse Freddie. – Eu gosto muito de você, mas eu tô confuso em relação a Carly. Talvez ainda goste dela. Não como antes, mas ainda não é só amizade.

– É, posso me acostumar com isso. Sei que ela nunca vai te dar bola mesmo. Se quiser ficar com ela ou outra garota, tudo bem

– Preciso ir até o estúdio – disse Freddie, levantando-se.

– Cadê o Spencer? – perguntou Sam.

– No quarto, com dor de barriga. Comeu tantos bolinhos de blue-berry ontem que passou mal.

– Ah, tenho uma novidade – Freddie, no último degrau da escada. – Tô namorando a Wendy. – Sam pegou o banco e jogou na direção dele. Freddie escondeu-se atrás da parede do elevador. O banco bateu na parede e fez um buraco enorme.

– Sam! – disse Carly. Um gatinho saiu de dentro da parede todo sujo de poeira.

– Ah, meu gatinho – disse Carly, pegando-o no colo.

– Pensei que poderia ficar com outra garota – disse Freddie.

– Pode – disse Sam. – Foi só reflexo. Costume de arremessar coisas em você.

– Quase me matou.

– É uma pena não ter acertado – disse Sam, rindo.

– Vocês vão pagar o cnserto da parede – disse Carly.

– “Vocês”? – perguntou Freddie.

– É. Você, por ter feito a Sam jogar o banco e a Sam, por jogar o banco. Vamos – disse Carly, subindo as escadas. – Escolher os vídeos pro programa. – Eles subiram.

FIM

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

iCarly fanfic 3 2ª temporada

Olá, gatinhos e gatinhas! Mais uma fanfic. Eu escrevi essa fanfic no começo do ano, bem antes de lançar "iGot a Hot Room", mas tem muitas coisas parecidas. Quando soube do enredo desse episódio eu pensei "Nossa, é muito parecida com a minha fanfic" - coincidência. Espero que gostem:) Comentem, please.

*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON


***ELES ESQUECER@M!?***

@P@RT@MENTO DE C@RLY

– Eu não fui culpada – disse Sam, enquanto ela, Carly e Freddie entravam no apartamento. – Você mudou de posição para falar com a Wendy e a borracha passou direto.

– Ah, então a culpa é minha? – perguntou Freddie.

– O que aconteceu? – pergutnou Spencer, sentado no sofá.

– A Sam foi atirar uma borracha no Freddie – respondeu Carly –, ele chegou um pouco para o lado, a borracha passou direto e acertou a srª Briggs.

– Ficamos os três na detenção – disse Freddie, aborrecido.

– Qual o problema em ficar na detenção? – perguntou Sam.

– Todos – respondeu Freddie. – Principalmente pra quem pretende ir pra faculdade. Diferente de você.

O telefone tocou. – Alô – disse Carly. – Griffin?...Tô bem, e você?... – Ela subiu as escadas.

– Por que você jogou uma borracha no Freddie? – perguntou Spencer a Sam.

– Sei lá. A aula tava chata.

– Você que é chata – disse Freddie.

– Pessoal – disse Spencer, antes que os dois começassem a discutir. – O aniversàrio da Carly é no final dessa semana.

– É mesmo – disse Sam. – Vai ser no dia do iCarly.

– Vamos fazer uma surpresa pra ela, ao vivo, no programa? – perguntou Freddie.

– Essa é a ideia – disse Spencer. – Estou fazendo uma super-escultura pra ela.

– Legal!

– Mas vamos fazer o seguinte: vamos fingir que esquecemos o dia do aniversário dela, ok?

– Ok. – Carly chegou à sala. – E, aí, como tá meu cunhado? – perguntou Sam.

– Bem. – Carly sorriu. – Com saudades, claro. Então, vamos ensaiar pro programa?

– Vamos. – Os três subiram as escadas.

NO COLÉGIO

– Não sei o que dar de presente a Carly – disse Sam a Freddie, perto dos armários.

– Já sei o que vou fazer pra ela – disse Freddie, tendo uma ideia.

– Oi, Freddie – disse Wendy, passando.

– Oi, Wendy – disse ele, sorrindo.

Oi, Wendy – imitou Sam. – Argh!

– Isso é ciúmes?

– Vai sonhando.

Cxarly aproximou-se. – Oi, pessoal.

– Oi.

– Vocês estão estranhos esses últimos dias. O que foi?

– O Freddie sempre foi estranho – disse Sam.

– E a Sam também.

– Vamos. Temos que escolher os e-mails e os vídeos pra amanhã – disse Carly e os três saíram.

@P@RT@MENTO DE C@RLY

– Bom dia! – disse Carly, chegando à cozinha, onde Spencer preparava o café da manhã.

– Bom dia!

– Hum...bom dia – disse Carly, quando o irmão não falou mais nada.

– Bom dia, Carly. Eu respondi.

– Não tá esquecendo nada?

– Deveria lembrar de alguma coisa?

– Hoje é 14 de janeiro. Não há nada pra hoje?

– Ah, sim – disse Spencer e Carly sorriu. – Pagar a conta de telefona. Obrigada por me lembrar. – Ela sentou-se à mesa.

– Ei – disse Sam, entrando no apartamento.

– Bom dia – disse Carly, aborrecida.

– Ah, esqueci – disse Sam e Carly olhou para ela esperançosa. – Não fiz dever de matemática.

– Você nunca faz o dever o dever de matemática – disse Carly, ríspida.

– Olá – disse Freddie, entrando no apartamento. – Vamos, meninas? Minha mãe tá esperando. Hoje é um dia espacial.

– Sério? – perguntou Carly.

– É. Dia do Declato Acadêmico.

– Uh, super especial – zombou Sam.

– Não te perguntei nada, Puckett.

– Vamos – disse Carly, levantando-se e pegando a mochila. – Tchau, Spencer. – Os três saíram.

ESTÚDIO DO IC@RLY

– Cadê a Sam? – perguntou Carly. – Por que ela tá sempre atrasada?

– Também queria saber – disse Freddie. – Ahn...Carly...você contou ao Griffin o que aconteceu?

– Não. Não acho legal falar por telefona. Quando ele chegar eu conto.

– Oi – disse Sam, entrando no estúdio. – Desculpa o atraso. Minha mãe perdeu as chaves, de novo e deixou o alarme ligado. Quando fui tentar abrir a porta com um grampo, o alarme disparou. A polícia apareceu e até a gente convencer eles que a casa era nossa levou um tempo.

– Sua casa tem alarme? – perguntou Freddie.

– Se não tivesse jé teriam levado até a casa.

– Mas alarmes são caros.

– Meu tio tem um amigo que trabalha com isso. Ele cobrou a metade do preço.

– Podemos começar? – perguntou Carly.

– Ih, você tá aborrecida hoje – disse Sam. – O que foi?

– Nada.

– Em 5,4,3,2... – disse Freddie, ligando a câmera e fez sinal para as garotas começarem...

@LGUNS MINUTOS DEPOIS...

– Estamos chegando ao fim de mais um iCarly – disse Carly.

– Antes disso, temos uma surpresa pra nossa amiga Carly – disse Sam, enquanto Spencer entrava no estúdio empurrando um bolo de 1,5 m de altura, redondo. Tinha uma estrutura de ferro forrada com papel de embrulho rosa e lilás e, em cima, um painel eletrônico que dizia “Feliz Aniversário”, quando Spencer ligou-o na tomada. As florzinhas que o enfeitavam também acenderam. Freddie virou a câmera para Spencer e o bolo.

– Surpresa! – disseram Spencer, Sam e Freddie. Carly sorriu.

De repente, a tomada, onde estavam ligados os aparelhos de Freddie e o bolo, explodiu e o bolo começou a pegar fogo. As luzes apagaram-se.

– AAHH – as meninas gritaram, assustadas. Spencer, que estava atrás do bolo, correu para pegar o extintor, no andar de baixo.

– Temos que sair daqui – disse Freddie, colocando a câmera no suporte.

Havia um pequeno espaço por onde poderiam passar. O bolo estava bem na porta.

– Vai, Sam – disse Carly, empurrando-a.

– Não – disse Sam. – Você primeiro.

O lugar estava cheio de fumaça. Freddie tirou o casaco e colocou-o sobre Sam.

– Não, não – disse ela. Ele puxou-a e passaram pela porta e chegaram ao corredor. O bolo tombou. Spencer apareceu com o extintor e apagou o fogo.

S@L@ DO @P@RT@MENTO DE C@RLY

– Pronto, troquei o fusível – disse Lewbert, descendo as escadas. – Espero que não tente botar fogo no prédio, de novo! – gritou para Spencer e saiu.

– É mesmo – disse a srª Benson. – Você poderia ter matado essas crianças.

– Desculpa. Não vai acontecer de novo – disse Spencer, frustrado.

– Espero que não. Porque se houver próxima vez eu chamo a poícia. Você precisa ser mais responsável...Freddie, hora do jantar, não demore – ela saiu.

– Sinto muito, Carly. Estraguei tudo – disse Spencer. Carly tossiu.

– Tirando o incêndio, eu gostei da surpresa. Pensei que vocês tinham esquecido meu aniversário.

– Imagina se a gente ia esquecer – Sam abraçou-a.

Carly terminou de tomar seu leite. Freddie ligou o computador em cima do balcão.

– Esse é o meu presente. – Ele clicou e começou uma apresentação de fotos de Carly e Griffin, com a música “Kissing’U”.

– Obrigada, Freddie – disse Carly, abraçando o garoto, depois que a apresentação acabou. Sam desviou o olhar e Carly afastou-se de Freddie.

– De nada...Ahn, tenho que ir – ele passou um papel dobrado para Sam e saiu.

– Aqui está o meu – disse Sam, passando uma caixinha para Carly. A garota abriu. Dentro havia uma caixinha de música que quando aberta revelava uma bailarina.

– Obrigada, Sam – disse Carly, sorrindo. – É lindo.

Spencer trouxe o bolo de Carly e lhe deu um abraço apertado.

– Desculpa pelo que aconteceu – disse Spencer.

– Não fica assim.

– Nunca mais vou mexer com energia elétrica. Prometo.

Sam leu o bilhete de Freddie. “Me encontra na escada de emergência, depois. Precisamos conversar.”

N@ S@ÍD@ DE EMERGÊNCI@

Sam chegou à saída de emegência e Freddie estava sentado lá.

– Tá frio aqui – disse ela. – Não tinha um lugar melhor?

– Aqui ninguém vai nos interromper.

– O que quer me falar?

– Eu quero saber se vai me perdoar um dia.

– Eu não sei – disse Sam. – Eu gosto muito de você. Nunca me apaixonei por ninguém e foi estranho descobrir que gosto de você. Quando começamos a namorar achei que poderia não dar certo, mas, com o tempo, vi que você realmente gostava de mim. Só que aí você vai e beija a Carly...

– Isso não quer dizer que não goste de você... – ele levantou-se e foi abraçá-la. Ela deu um passo atrás.

– Isso quer dizer que ainda gosta da Carly?

– Foi por isso? Perdoou ela porque sabe que ela não gosta de mim?

– Você ainda gosta da Carly?

– Eu sempre fui apaixonado por ela, mas fiquei realamente confuso depois do nosso primeiro beijo. Eu me apaixonei por você. Mas quando vi a Carly triste, quis ajudar. Aconteceu, Sam, não...

– Você não tem certeza do que sente, Freddie. Não quero servir de estepe – ela ia saindo.

– Terminou tudo? – ele perguntou, segurando o braço de Sam.

– Terminou – Sam saiu. Fredie sentou-se na mureta, com uma lágrima descendo pela bochecha.

@P@RT@MENTO DE C@RLY

Sam entrou no aprtamento e Carly estava sentada no sofá, assistindo à TV.

– O que foi, Sam? – perguntou Carly, quando percebeu que a amiga estava chorando.

– Eu terminei com o Freddie – respondeu Sam. – Mas eu gosto dele, de verdade. Não queria, mas eu gosto...

– Ah, Sam, sinto muito – disse Carly. Sam deitou, com a cabeça na almofada, no colo de Carly. – A culpa é toda minha.

– Não.Eu que não deveria ter começado esse namoro.

– Você me perdoo?

– Claro. Eu vi o que fez hoje. Queria que eu saísse do estúdio, mesmo se você ficasse lá e se ferisse. Só amigos de verdade fazem isso.

– O Freddie gosta de você, Sam. Eu sei disso.

– Ele não tem certeza. Tá dividido. – As duas ficaram em silêncio. Sam chorou até adormecer.

FIM