quarta-feira, 30 de junho de 2010

iBeat the Heat legendado

Pessoal, para quem quiser assistir ao último episódio da terceira temporada de iCarly, no blog de Adam Serafim (adamserafim.zip.net) tem o episódio completo e legandado. Vão lá.
Quanto às fanfics: eu publico rápido porque já estão escritas, eu só tenho que digitar. Se não tiverem acompanhando é só avisar que eu diminuo o ritmo. Bjs:)
Visite clubedeleituraathena.blogspot.com e deixem um comentário sobre o que vocês acharam. Por favor. Ficarei muito feliz:)

iCarly fanfic 7 1ª temporada

Muito, muito obrigada pelos comentários, pessoal:)Thank you so much!

*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

O SEQUESTRO

ESTÚDIO DO IC@RLY
– Se você está entediado nessas férias, faça como esse garoto, Luke – disse Carly para câmera.
– É, pessoal, ele não tinha nada pra fazer e resolveu escrever o nome “iCarly” com pedras em uma colina perto da casa dele – disse Sam. Elas mostraram um vídeo do garoto...
– Isso prova que ele gosta do iCarly, de pegar peso...
– ...e que é um louco – completou Sam.
– Por hoje é só – disse Carly. – O iCarly especial de férias volta semana que vem.
– Tchau! Uma dica de férias: não façam nada! – disse Sam.
– Corta! – disse Freddie, desligando a câmera.
O celular de Carly tocou. Era a mãe de Sam perguntando por Melanie. Carly disse que não a tinha visto, mas ligaria se ela aparecesse.
– Seria tão bom se ela não voltasse – disse Sam.
– Sam! – repreenderam Carly e Freddie.
Spencer entrou no estúdio.
– Chegou isso pra você, Carly – Spencer estendeu-lhe um envelope pardo. Carly abriu e tirou um DVD. Colocou no laptop. Nevel apareceu na tela
– Olá, staff do iCarly. Gostaria de avisar que estou com a Samantha Puckett presa nas masmorras do meu castelo. Caso a queiram de volta, Carly deve vir a minha casa e me dá um beijo. Tchauzinho. – A tela ficou escura.
– Ele nem tem um castelo – debochou Carly.
– Maluco – disse Sam. – Eu tô aqui.
– Ele tá com a Melanie pensando que é você – disse Freddie.
– Que história é essa de beijo? – perguntou Griffin, enciumado.
– O Nevel é apaixonado por mim – explicou Carly –, mas eu nunca dei bola pra ele.

N@ COZINH@
Os cinco estavam comendo pizza. Spencer pedia pizza pelo menos uma vez por dia para ver a entregadora.
– Precisamos armar um plano pra tirar a Melanie da casa do Nevel – disse Carly.
– Pra quê? – perguntou Sam.
– Basta a gente ir lá e dizer que não é a Sam – disse Griffin. – A não ser que você prefira beijar ele.
– Para com esse ciúme bobo – disse Carly.
– O que é isso, Freddie? – perguntou Sam. O garoto estava olhando um folheto com modelos de notebook.
– É um novo notebook, construído com tecnologia da NASA. O Star 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 ou simplesmente Star 10. Só os milionários podem comprar um desses.
– Milionários igual ao Nevel – disse Carly. – Já sei. Vamos sequestrar o Star 10 do Nevel e pedir a Melanie em troca.
– Gostei – disse Sam. – Da parte do sequestro.
– Não acho legal fazer isso – disse Spencer, fazendo uma escultura de um cupido em argila.
– Também não é legal ele ter sequestrado a Melanie – disse Carly.

J@RDIM D@ C@S@ DE NEVEL
Um rotwaille apareceu na frente de Sam, Carly, Freddie e Griffin, mostrando os dentes.
– Calma – disse Sam, abrindo a mochila. Pegou um pacote de salsichas e jogou para o cachorro.
– Essa é minha loirinha – disse Freddie.
Eles chegaram à porta da casa, que estava destrancada.
– Estranho, não? – disse Freddie.
– Deve ser uma armadilha – disse Carly.
Eles entraram. Estava escuro; parecia não ter ninguém em casa.
– Nevel? – perguntou a srª Pepper vindo da cozinha. Os quatro esconderam-se atrás do sofá. Ela olhou, não viu nada e voltou para cozinha.
Os quatro subiram as escadas e acharam o quarto de Nevel.

ENQU@NTO ISSO
Spencer estava fazendo sua escultura do cupido quando a campanhia tocou. Ele foi atender. Vários repórteres entraram no apartamento.
– Você é Spencer Shay? – perguntou uma repórter.
– Sou, mas...
– Você está fazendo uma escultura para o jardim de um magnata de Seattle? – perguntou outro.
– Estou, mas...
– Ele tem dito que você é parente do famoso escultor Shay Spencer.
– Shay Spencer? Nâo conheço ninguém com esse nome.
– Ah, que pena – disse uma mulher. – Há anos que se procura um parente de Shay Spencer. Ele foi um grande escultor.
– Não conheço. Sinto muito. – Os repórteres começaram a sair do apartamento.

N@ C@S@ DE NEVEL
Os quatro alcançaram o notebook de Nevel. Ele entrou no quarto.
– Ah, vocês vieram – disse ele.
– É – disse Carly. – E se você não disser onde a Melanie está vamos jogar seu Star 10 pela janela. – Ele aproximou-se da janela.
– Quem é Melanie? – perguntou Nevel.
– Você está com a irmã gêmea da Sam, seu louco – disse Carly.
– Ah, por isso ela parece simpática.
– Você tá mantendo a Melanie presa aqui? Sua mãe sabe disso?
– Ela e mamãe estão super amigas. Encontraram-se hoje à tarde quando minha mãe foi fazer compras. Percebi que ela era idêntica a Sam, então enviei o vídeo. Elas não sabem que estou em casa.
– Você é doente! – disse Carly.
– Já que você está aqui me dá um beijo – disse Nevel.
– Você tá louco cara? – perguntou Griffin, segurando Nevel pela gola da camisa.
– Me larga, seu brutamontes.
– A Carly é minha namorada. Fique bem longe dela, entendeu? – perguntou Griffin. – Entendeu?
– Entendi...Coloque-me no chão. – Griffin soltou o garoto. Carly colocou o notebook na escrivaninha e os quatro saíram.
A mãe de Nevel e Melanie estavam sentadas no sofá tomando chá e rindo.
– Sam, Carly, Freddie e Griffin? – perguntou Melanie, supresa.
– Olá – disse a srª Pepper.
Eles contaram tudo a srª Pepper.
– Não acredito nisso, Nevel – disse ela ao filho. – Você está de castigo e vou confiscar o Star 10.
– Não, mãe, por favor.
– Vamos, pessoal? – chamou Carly. Eles iam saindo...
– Melanie – chamou Nevel. – Você gostaria de jantar comigo um dia desses?
– Claro. Achei a radiografia do seu cérebro muito charmosa.
– Vou vomitar – disse Sam.
– Tchau. – Eles saíram.

SEM@N@ SEGUINTE
– Nunca ouvi falar desse Shay Spencer e ele fez com que eu recebesse várias propsotas de trabalho.
– Talvez seja nosso parente distante e a gente não saiba – disse Carly.
A campanhia tocou. Sam e Melanie entraram quando Carly abriu a porta.
– Adivinha, Carly – disse Melanie. – Vou morar aqui. Consegui uma vaga na escola do Nevel.
– Escola dos Nerds – disse Sam, irônica. – Whoo.
– Isso é muito legal.
– Olá – disseram Freddie e Griffin entrando no apartamento.
– Hora do iCarly – disse Freddie depois de abraçar Sam. – Soube que vai estudar aqui ano que vem – disse a Melanie. – Legal.
– Mantenha aqule nerd louco longe da minha gatinha – disse Griffin a Melanie.
– Não se preocupe.
– Vamos? – perguntou Freddie.
– BomiCarly pra vocês – disse Spencer. – Vou sair com a Brenda.
– A garota da pizza? – perguntou Carly.
– É.
– Tchau. – Eles subiram as escadas e Spencer saiu, fechando a porta.
FIM

ESPERO Q GOSTEM:)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

iBeat the Heat

Não resisti à curiosidade e assisti ao novo episódio de iCarly em inglês mesmo, no blog de Adam Serafim. Entendi pouca coisa, mas é muito engraçado. Porém os boatos de que haveria algo entre Griffin e Sam são mentira. O que seria então essa foto?

domingo, 27 de junho de 2010

iCarly fanfic 6 1ª temporada

Aí pessoal a nova fanfic. Comentem, please:) Bjks
*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

SEP@R@ÇÃO

@P@RT@MENTO DE C@RLY
Freddie, Sam e Carly estavam assistindo à tv, na sala, quando a campanhia tocou. Carly foi atender.
– Melanie? – perguntou Carly. – Oi.
– Oi – respondeu a irmã gêmea de Sam, entrando no apartamento.
– Ah, ninguém merece – reclamou Sam.
– Bom ver você também, maninha. Terminaram as aulas e eu não queria passar o verão no colégio, então resolvi visitar minha família e meus amigos.
– Já visitou – disse Sam. – Pode ir. Tchau.
– Sam! – disse Freddie. – Seja bem vinda, Mel.
– Mel? – perguntopu Sam, dando uma cotovela na costela de Freddie.
– Ai!
– Fique à vontade, Melanie – disse Carly, apontando a poltrona para ela. Melanie sentou-se ao lado de Freddie. Sam levantou-se e sentou-se entre os dois.

NO DI@ SEGUINTE
– Obrigada por me deixar ficar aqui – disse Sam a Carly. – Não ia conseguir ficar lá em casa com a Melanie lá.
– De nada.
Spencer entrou no apartamento chorando.
– Onde você estava? – perguntou Carly.
– A Mary terminou comigo – soluçou Spencer. – Ela foi embora para Europa morar com a avó. E a avó dela vai apresentar um execuitivo milionário a ela. Aah, eu quero morrer.
– Calma, Spencer – disse Carly, abraçando-o. – Vai ficar tudo bem.
– A Carly tem razão – disse Sam. – E se ela fez isso é porque não gostava de você de verdade.
– Nãããão – disse Spencer e correu para o quarto.
– Ah, meu Deus – disse Carly –, mais essa. Cadê o Freddie? Vamos ensaiar para o primeiro iCarly especial de férias.
– Vou ver o que aconteceu – disse Sam e saiu.

@P@RT@MENTO DE FREDDIE
A srª Benson atendeu a porta.
– Ah, é você.
– Oi, sogrinha – disse Sam.
– “Sogrinha” é a mãe.
– É, do Freddie. Por falar nisso ele taí?
– Está, mas está doente.
– Doente? Por que a senhora não me disse antes? – Sam, preocupada, tentou entrar no apartamento, mas a srª Benson naõ deixou.
– Ele está com visita.
– Quem?
– A Melanie.
– Quê!?
– Eles são muito amigos. Achei que ele gostaria da companhia dela.
– Agora mesmo que eu vou entrar – Sam empurrou a srª Benson e entrou. Foi direto para o quarto de Freddie. Quando chegou à porta viu Melanie sentada na beira da cama, beijando Freddie. Ela deu meia volta e saiu correndo.

@P@RT@MENTO DE C@RLY
Sam entrou correndo no apartamento e jogou-se no sofá, chorando.
– O que aconteceu? – perguntou Carly.
– O Freddie e a Melanie... Eles estavam...se...se...beijando.
– Quê!? Não pode ser.
– Eu vi.
– Não falem comigo – disse Spencer, passando pela sala e indo para cozinha. Abriu a geladeira e pegou um pote de sorvete de chocolate e começou a comer.
– Também quero – disse Sam, levantando-se pegando uma colher. A campanhia tocou e Carly foi atender. Era Griffin.
– Oi, gatinha.
– Oi, Griffin. – Eles beijaram-se.
– Infelizmente não tenho boas notícias.
– O que foi?
– Todo verão vamos para casa da minha avó. É um tédio. Ela me obriga a comer ensopado de repolho no almoço e no jantar, mas minha mãe disse que não tem um lugar onde eu possa ficar; então tenho que ir.
– Você pode ficar aqui – disse Carly.
– Negativo – disse Spencer da cozinha. – Eu não vou colocar um rapaz estranho - e nem um pouco confiável – dentro da minha casa, com minha irmã e a amiga dela.
– Spencer – disse Carly –, por favor. Você quer que eu passe o verão todo sem ver o Griffin.
– Isso seria muito bom!
– Não é justo.
– Ah, não te contaram? A vida não é justa.
– Tudo bem, Carly – disse Griffin. – Vou dar um jeito. Quer tomar um sorvete?
– Quero. Posso, Spencer? – perguntou Carly, aborrecida.
– Pode, mas não demora. – Eles saíram.

M@IS T@RDE
Freddie entrou no apartamento de Carly.
– Oi – disse ele a Carly, sentado ao balcão da cozinha.
– Oi. Tá melhor? Eu fui lá ver como você tava, mas sua mãe disse que você tava dormindo.
– Tô bem melhor agora. Foi uma febre alta do nada. O médico disse que deve ter sido algo que eu comi ou só uma virose estomacal. Cadê a Sam?
Sam desceu as escadas.
– Oi, loirinha – disse Freddie, abraçando-a, mas ela afastou-o. – O que aconteceu?
Sam não respondeu. Foi até a gealdeira e encheu um copo de suco.
– Cadê a Melanie? – perguntou Sam a Freddie.
– Não sei. Por que? – Sam jogou o suco na cara dele. – Mas...
– Você é mentiroso e traidor, Freduardo Benson! Não acredito que você beijou a Melanie.
– Eu naõ beijei a Melanie!
– Ah, agora, eu vejo coisas, né?
– Calma, Sam – disse Freddie. – Não sei do que você tá falando.
– Eu fui ver você ontem e, quando cheguei ao seu quarto, você e a Melanie estavam se beijando.
– Eu não lembro disso. Eu tava com um febrão, Sam. Eu devia estar delirando.
– Se você gosta dela é só falar. Eu vou entender...
– Eu naõ gosto da Melanie. Eu gosto de você. Sam... – Sam subiu as escadas.
– Freddie – disse Carly –, deixa ela. Quando ela estiver mais calma, você fala com ela.
– A Melanie que vai explicar tudo a Sam e a mim também – Freddie saiu, batendo a porta.

ESC@D@ D@ S@ÍD@ DE EMERGÊNCI@
Sam estava sentada na escada e Freddie chegou.
– Oi – disse ele.
– Oi – disse ela. – Desculpa...
– Lindo pôr do sol, né? – perguntou Freddie, sentando-se ao lado dela.
– É. A Melanie disse que foi ela quem te beijou. Ela aproveitou que você tava delirando e disse que era eu.
– Esquece – disse Freddie, pegando a mão dela e olhando-a nos olhos. – Vamos prometer que nunca mais vamos desconfiar um do outro?
– Eu prometo – disse Sam.
– Eu também prometo. Sam, você não tem por quê ter ciúmes. Eu gosto muito de você e não trocaria você e não trocaria você por ninguém, nem pela sua irmã gêmea. Você é minha loirinha preferida. – Eles beijaram-se.

@P@RT@MENTO DE C@RLY
Spencer estava na sala fazendo uma escultura com bvolinhas de ping-pong.
– Qual o nome? – perguntou Carly.
– “Fico triste, logo amo” – respondeu Spencer.
– Ainda na fossa?
– Vou dar a volta por cima – disse Spencer. – Não vou me apaixonar nunca mais. – A campanhia tocou e ele foi atender. – Deve ser a pizza que eu pedi. – Uma moça de cabelos negros presos num rabo de cavalo e olhos verdes, com uma caixa de pizza na mão, estava parada na porta.
– Oi – disse Spencer, sorrindo e passou a mão no cabelo.
– Oi. A pizza que o senhor pediu.
– Obrigado – Spencer deu o dinheiro a ela. – Você tem algum comprimisso pra’manhã?
– Tenho – disse ela e saiu.
– Pensei que você não ia mais se apaixonar – disse Carly.
– Eu disse isso?
A campanhia tocou. Sam, Freddie e Griffin entraram quando Carly abriu a porta.
– Tô sentindo cheiro de pizza de mussarela – disse Sam, indo para cozinha. Griffin deu um beijinho em Carly.
– Conseguiu um lugar pra ficar?
– Não.
– Que pena.
– O que aconteceu? – perguntou Freddie. Carly explicou a ele sobre a viagem de Griffin.
– Pode ficar lá em casa – disse Freddie. – Minha mãe não vai se importar desde que você lave as mãos, tome três banhos por dia e não entre calçado em casa.
– Pela minha gatinha eu faço qualquer sacrifício – disse Griffin.
– Ah, que fofo – Carly beijou-o. – ObrigADA, Freddie. Você é demais!
– Gente, não vai sobrar pra vocês – disse Spencer. Os três foram para cozinha.
FIM

FLORA, QUANDO VC FOR NO ALOHA CUPCAKE COMENTE, PLEASE...TODOS VCS, PLEASE, PLEASE...

quinta-feira, 24 de junho de 2010

iCarly fanfic 5 1ª temporada

Obrigada, pessoal, pelo apoio. João Victor, as fanfics vão ficar românticas(inevitável), mas eu tento sempre colocar comédia:)

*DIREITOS DE iCARLY RESERVEDOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

M@L ENTENDIDO

@P@RT@MENTO DE C@RLY
Sam estava dando comida ao peixinho vermelho, dentro de um pequeno aquário, que estava em cima do balcão da cozinha.
– Não pode dar muita comida a ele, Sam – avisou Carly.
– Ele está com fome.
– Nunca vi você se apegar tanto a alguma coisa. Você deu um nome a ele?
– Ah, sim. É Boo.
– Em homenagem ao ursinho Boo?
– É. Você sabia que vai lançar “Ursinho Boo 4 – o Ursinho Boo volta novamente”?
– Ôh. Então agora são “Ursinho Boo, “Ursinho Boo 2”, “Ursinho Boo 3 – Avolta do Ursinho” e “Ursinho Boo 4 – O Ursinho volta novamente”?
– É isso aí.
– Não sabia que você tinha dinheiro para comprar um peixinho. Você não pegou dinheiro da minha carteira, né?
– Carly, eu nunca peguei dinheiro da sua carteira e nunca voltarei a pegar. Mas eu não comprei o Boo. Ele estava perdido.
– Ahn? Perdido como um cachorrinho? Peixes não se perdem, Sam.
– Ele estava num saco plástico cheio de água, na calçada, aqui perto. Ele é tão bonitinho, não poderia deixar ele lá, alguém poderia pisar nele.
Carly coloca a mão na testa de Sam.
– Tá doente? Se preocupando com um peixinho indefeso.
– Ah, Carly, assim parece que eu sou um monstro.
– Parece que namorar o Freddie tornou você uma pessoa mais sensível.
– Vou levar o Boo lá pra cima. Vou apresentar ele aos fãs do iCarly.
– Carly – disse Spencer, entrando no apartamento, com várias sacolas –, vai lá embaixo e traz as outras sacolas pra mim, por favor. – E se jogou no sofá.
– Você está bem? – perguntou Carly e colocou a mão na testa dele. – Acho que você tá com febre.
A campanhia tocou. Era Griffin.
– Oi, gatinha – disse ele e deu um beijo na bochecha de Carly.
– Oi, Griffin. Você pode subir. Vamos começar as gravações daqui a pouco. Vou lá embaixo buscar o resto das compras do Spencer.
– Eu vou pra você.
– Não precisa. Pode subir. A sam tá lá em cima. – Carly saiu.
– E, aí, Spencer, como você tá?
– Acho que vou... – e saiu correndo.

ESTÚDIO DO IC@RLY
Carly para na porta do estúdio quando ouve uma conversa estranha entre Griffin e Sam .
– ...se você ganhasse um ursinho de pelúcia? – perguntava Griffin a Sam.
– Eu não gosto muito desse tipo de coisa.
Griffin abre a mochila e tira um ursinho branco com uma fitinha vermelha no pescoço.
– Ah, ele é fofo! – disse Sam.
Carly saiu correndo, desceu as escadas correndo e chegou à sala, quando a campainha tocou. Era Freddie.
– Desculpa o atraso, Carly.
– Não importa. Não vamos fazer o iCarly.
– Por que? Você tá chorando?
– Sabe o que eu vi? O Griffin deu um ursinho de pelúcia a Sam e ela achou fofo.
– A Sam nunca acha nada fofo – disse Freddie.
– E, aí, pessoal – disse Sam descendo as escadas. – Hora do programa.
Freddie caminhou até Griffin e deu um soco na cara dele.
– Freddie – disse Sam. – O que você tá fazendo?
– Cala a boca, Puckett. Tô decepcionado com você. Sabia que não deveria confiar em você. – Freddie saiu batendo a porta.
– O que deu nele? – perguntou Sam.
– Eu contei a ele que vi o Griffin dando um ursinho de pelúcia a você. Seus traidores.
– Não, Carly... – começou Griffin.
– Não quero saber. Sai daqui, Griffin, agora.
– Mas...
– Agora! – Griffin vai embora.
– Carly, não foi...
– Pensei que você era minha amiga, Samantha – disse Carly, triste. – Vou ver como o Spencer tá e espero que não esteja aqui quando voltar – Carly foi para o quarto do irmão.

M@IS T@RDE
A campanhia tocou e Carly foi atender.
– Oi, srª Benson – disse Carly.
– Vim trazer o remédio para o Spencer. Virose estomacal é um horror.
– Ele tá devolvendo tudo que come – disse Carly – e a febre não baixa.
– Tadinho. Posso vê-lo?
– Claro, pode ir lá.
– E o Freddie?
– Não sei o que aconteceu. Tá todo moribundo, jogado lá no sofá. Deve ser aquela vampira da Puckett. Sempre fazendo ele ficar infeliz.
A srª Benson vai o quarto de Spencer. – Ahh! – ela gritou. Carly correu eté lá.
– O que houve?
– Mas que porcaria é essa?
– Ah, o quarto do Spencer – disse Carly. O lugar tinha roupas espalhadas, embalagens de alimentos, pedaços de pizza em caixas, no chão, tênis jogados, papéis embolados...
– Por isso ele está doente. Isso aqui é o paraíso para bactérias e vírus. Vamos, Spencer. Você vai ficar na sala enquanto eu limpo isso.
Spencer deitou no sofá da sala. A campanhia tocou de novo e Carly vai atender.
– Oi, Mary.
– Como o Spencer está?
– Melhor – disse ele e Mary foi até o sofá.
– Carly, preciso de um saco de lixo – gritou a srª Benson. – Vários.
– Quem está aí? – perguntou Mary.
– É a nossa vizinha – disse Spencer. – Ela acha que meu quarto deve ser arrumado.
– E ela tá certa – disse Carly, ao passar com os sacos de lixo. – A última vez que você limpou o quarto faz tanto tempo que eu nem me lembro.

NO COLÉGIO
– Freddie – disse Sam, aproximando-se do gartoto, perto dos armários.
– Não quero falar com você.
– Mas você vai me ouvir – disse Sam, segurando-o pela gola da camisa e batendo-o contra os armários – ou vou te bater.
– Você não vai fazer isso – disse Freddie. Sam deu um tapa no rosto dele. – Ai, Sam – disse ela, segurando os braços dela e afastando-a. – O que é?
– A Carly entendeu tudo errado! O Griffin quer doar os ursinhos de pelúcia dele, mas o preferido ele quer dá pra Carly. Ele tava me perguntando o que eu achava, se ela ia gostar.
– Desculpa, Sam, mil desculpas. Nem dei a chance de você se explicar.
– Eu sei que você é um idiota.
– Também não precisa humilhar – disse Freddie. Ele abraçou-a, levantando-a um pouco.
– Mas a Carly não quer falar comigo. Liguei pra ela o fim de semana todo .
– Vou falar com ela – disse Freddie.

ESTÚDIO DO iC@RLY
– Desculpa por não escutar vocês – disse Carly a Griffin e Sam.
– Tudo bem, Carly – disse Griffin.
– Tudo bem nada – disse Sam. – Ela não acreditou em mim. Pensei que a gente fosse amiga.
– Ah, Sam, eu...
– Esquece – disse Sam. – Você é minha melhor amiga e nunca vou encontrar outra como você.
– Somos quase irmãs, né? – perguntou Carly, sorrindo.
– É. – As duas abraçaram-se.
– Vamos fazer o iCarly hoje – disse Carly. – Já que não fizemos semana passada.
– Legal. Agora vou apresentar o Boo, o mascote do iCarly – disse Sam, sorrindo.
– Ahn, Griffin – disse Freddie –, desculpa pelo soco.
– Tudo bem. Também terai partido sua cara se soubesse que tinha dado um ursinho para Carly.
– Eu também – disse Sam.
– Ok, pessaol, vamos lá – disse Carly.

DEPOIS DO iC@RLY
Carly, Sam , Freddie e Griffin estavam tomando sorvete na cozinha quando Spencer aparece na sala.
– E, aí, cara, tá se sentindo melhor? – perguntou Freddie.
– Tô muito bem. Vou etá começar uma escultura.
– Sobre o quê? – perguntou Carly.
– Lixo.
– Ahn!?
– É, vou usar todo o lixo que a srª Benson tirou do meu quarto e criar algo.
– Vai dar uma Estátua da Liberdade – disse Sam.
– E o seu qarto ficou melhor? – perguntou Freddie.
– É, mas tá com um cheiro estranho.
– Talvez porque seu nariz não estaja acostumado com cheiro de limpeza – disse Carly.
A campanhia tocou e Carly foi atender. Eram uma mulher loira e uma menina de uns oito anos.
– Posso ajudar? – perguntou Carly.
– É que minha filha, Margareth, é fã do iCarly. Estávamos assistindo ao programa e vimos o peixinho vermelho. Vocês deram a ele o nome de Boo, não foi?
– É o meu peixinho Freddie – disse a menina.
– O meu sobrinho jogou o Freddie pela janela. Quando descemos para procurar ele não estava.
– A Sam achou ele num saquinho – disse Carly.
– O nome do peixe é “Freddie”? – perguntou Freddie, que junto com os outros vieram para sala, ouvir a conversa.
– É em homenagem a você – disse Margareth.
– Obrigado.
– Vocês vieram buscar o Boo? – perguntou Sam.
– Viemos – respondeu a mulher.
– O Boo não é seu, Sam – disse Carly. – Vai buscar. – Sam subiu as escadas e voltou com o aquário.
– Vou sentir saudades, Boo – disse ela, quase chorando.
– A Sam nunca se apegou a nada nem a ninguém assim – disse Carly. Sam deu o aquário com o peixe dentro para Margareth.
– Obrigada por cuidar dele. Tchau.
– Obrigada – disse a mãe. As duas saíram.
– Não fica assim – disse Freddie a Sam, abraçando-a.

DI@ SEGUINTE
Sam e Carly chegaram do colégio. Sam jogou-se no sofá.
– Tá com fome? – perguntou Carly.
– Não.
– Ahn!? Você tá sempre com fome.
A campanhia tocou. Carly foi atender. Era Margareth, com o aquário na mão.
– Boo – disse Sam, levantando-se.
– Trouxe o Freddie pra você – disse Margareth, entregando-lhe o aquário. – Meu pai comprou um gatinho pra mim. Sempre quis um gato. E você ficou tão triste ontem. Pode ficar com ele.
– Ah, obrigada – disse Sam, sorrindo.
– De nada – Margareth saiu quando Freddie entrou. – Oi, Freddie.
– Oi.
– Olha, o Boo voltou – disse Sam.
– Ah, o Freddie.
– O nome dele é Boo, mascote do iCarly.
– Não, o nome dele é Freddie, em minha homenagem.
– Agora ele é meu e o nome dele é Boo – Sam subiu as escadas.
– Nada disso. Volta aqui, Sam. – Freddie foi atrás dela.
– Vocês não vão brigar, né? – Carly subiu atrás deles.
FIM

Espero que tenham gostado. Talvez eu demore um pouco para postar a sexta porque estou tentando terminar um livro...Besitos:)
EI, PESSOAL, VISITEM alohacupcake.blogspot.com. COMENTEM, PLEASE!!!:)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

iCarly fanfic 4 1ª temporada

Flora, divulgue o blog para seus amigos, colegas... por favor. Bjinhos:)

*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

CONFUSÃO E ETC

NO COLÉGIO
Gibby estava guardando seus livros no armário quando Tasha aproximou-se com um buquê de flores e uma caixa de chocolate em formato de coração.
– Ah, que romântico – disse Carly, observando os dois.
– Ah, que meloso – disse Sam. – Acho que vou vomitar.
– Sam! – disse Carly. – Será que você não pode acha r nada romântico nem no dia de São Valentim?
– Não.
– Olá, meninas – disse Freddie, aproximando-se. – Feliz dia de São Valentim! – Ele estendeu uma caixa de bombons para Carly.
– Mas eu não sou sua namorada – disse Carly.
– Mas este dia não é só pra presentear os namorados e namoradas. Serve pra presentear as pessoas que a gente gosta e as que a gente não gosta tanto assim – e estendeu uma caixinha para Sam.
– Valeu, nerd – disse Sam.
O sinal tocou.

NO @P@RT@MENTO DE C@RLY
Carly e Sam entraram no apartamento, quando Spencer estava saindo.
– Oi, meninas.
– Oi – disse Carly. – Onde você vai?
– Me encontrar com a Mary.
– E meu almoço?
– Na geladeira tem queijo, presunto... Faz um sanduíche. Tchau – e saiu.
– Eu não posso viver à base de sanduíche – gritou Carly.
– Eu posso – disse Sam, dirigindo-se à geladeira.
– Desde que o Spencer começou a namorar a garota da lanchonete ele não liga mais pra mim – disse Carly, sentando-se ao balcão da cozinha.
– Minha mãe nunca ligou pra mim. Ela foi pro colégio da Melanie e nem me avisou.
– E como você sabe?
– A vizinha me disse.
A campanhia tocou e Carly foi atender.
– Melanie? – perguntou Carly, quando a irmã gêmea de Sam entrou.
– O que você tá fazendo aqui? – perguntou Sam, largando o sanduíche.
– Teve a maior confusão no meu colégio – disse Melanie. – Uma bomba no banheiro. Estão cogitando um ataque terrorista, então evacuaram o colégio, por tempo indeterminado.
– Me diz que é piada – disse Sam.
– Que isso, Sam? – disse Carly. – Seja bem-vinda, Melanie.
– Aposto que foi você que explodiu a bomba – disse Sam.
– Oi – disse Freddie, entrando no apartamento. Estancou ao ver Melanie.
– Oi, Freddie – disse Melanie.
– Ahn...Melanie? Mas...
– O Freddie ainda não acredita que a Sam tenha uma irmã gêmea – explicou Carly.
– Eu não tenho – disse Sam. – Não conheço essa garota. Quem é você, estranha?
– Bom, pessoal – disse Freddie –, vamos ensaiar o” iCarly especial dia de São Valentim”,lembram?
– É, claro – disse Sam, aborrecida. – Agora, tchau – ela pegou Melanie pelo braço e levou até a porta. Empurrou–a para fora e fecou a porta. – Tem gente que não sabe a hora de ir embora.
ESTÚDIO DO IC@RLY
– E esse foi o “iCarly especial dia dos namorados” – disse Carly.
– De duas garotas que não têm namorado – disse Sam. – Tchau.
– Corta! – disse Freddie, desligando a câmera. – Ok, pessoal, tô indo. Vou fazer compras com minha mãe.
– Boa tarde! – disse Sam.
– Muito engraçado – disse Freddie, sarcasticamente e saiu.
O celular de Carly tocou.
– Alô...Griffin?...Ah, tá legal...Às cinco, então. Tchau.
– Griffin? – perguntou Sam.
– Ele quer se encontrar comigo, amanhã – respondeu Carly. – Disse que não conseguiu me esquecer e até joga fora os ursinhos de pelúcia se eu voltar pra ele.
– Legal – disse Sam. – Tô com fome.
– Sempre. – As duas saíram do estúdio.

DU@S HOR@S DEPOIS
Sam, Carly e Spencer estavam colocando a mesa para o jantar quando Freddie entrou no apartamento.
– Malucas – disse ele.
– O que houve? – perguntou Carly.
– Minha mãe e eu encontramos a Melanie no supermercado e ela disse a minha mãe que a marca do inseticida não era boa.
– O que é que tem?
– Minha mãe usa esse inseticida há 15 anos. Elas se tornaram melhores amigas quando Melanie disse que os testes comprovaram a ineficácia do produto.
– As pessoas não ficam amigas por causa de um inseticida.
– A srª Benson e a Melanie, sim – disse Sam.
– Aqui nem tem insetos – disse Carly.
– Eu vi uma barata no meu quarto ontem – disse Spencer.
– Pensando bem – disse Carly – toda barata estão no quarto do Spencer.
– Jantar na mesa – disse o irmão de Carly. – Vou me arrumar. Se a Mary chegar pede pra ela esperar um pouquinho.
– Você vai sair com ela de novo? – perguntou Carly.
– A gente vai jantar no restaurante aqui perto. – Spencer foi para o quarto. A campanhia tocou.
– Olá – disse Mary.
– Oi, Mary.
– Você deve ser a Carly. O Spencer me mostrou uma foto sua e me falou sobre você. E esses são seus melhores amigos, certo?
– É – disse Carly. – Freddie Benson e Sam Puckett Shay – de repente teve uma ideia –, filha do Spencer.
– Quê!? – perguntaram os três.
– É. Ele não te contou? Que feio. Mentir pra você. O Spencer teve uma filha com a primeira namorada dele. E ele deve ter mentido a idade também.
Spencer entrou na sala.
– Oi, meu amor.
– Que amor o quê? – disse Mary. – Seu mentiroso! Está tudo acabado!
– Mas... – Mary saiu e ele foi atrás dela.
– Isso foi ruim – disse Sam e sorriu: – Boa garota!
– Ruim é a Melanie ser convidada pro almoço lá em casa, no domingo – disse Freddie.
– O quê? – perguntaram Carly e Sam.
– É, parece que minha mãe acha que “ela é uma garota diferente da Carly e da Samantha”, foi o que ela disse.

DI@ SEGUINTE
– Aonde você vai? – perguntou a srª Benson, quando Freddie passou pela sala.
– À casa da Carly.
– Não, a Melanie vai chegar daqui a pouco. Vocês vão estudar juntos.
– Mas eu não...
– Combinei com ela por você. A Melanie, sim, é uma boa influência pra você.
A campanhi a tocou. A srª Benson foi abrir. Digitou 46 números para o alarme de segurança e abriu a porta.
– Melanie, querida, que bom que você veio – disse a srª Benson, sorrindo.

N@ L@NCHONETE
– Oi – disse Carly, aproximando-se da mesa a qual Griffin estava sentado.
– Oi, Carly. Obrigado por ter vindo – disse ele, enquanto ela sentava-se. – Sabe, eu acho que nosso lance não ficou bem resolvido.
– É, eu sei – disse Carly.
– Eu tentei te esquecer, mas não consegui – ele segurou a mão dela. – Eu nunca gostei de uma garota como eu gosto de você, gatinha.
– Eu também nunca te esqueci de verdade – disse Carly, sorrindo.
– Volta pra mim, por favor – pediu Griffin. – Se você aceitar ser minha namorada de novo eu até me desfaço dos meus mascotes bebês – ele riu.
– Eu posso pensar e te dar a esposta depois? – perguntou Carly.
– Claro, o tempo que você quiser. – Ele beijou a mão dela.
– Espetinhos de jiló? – perguntou Costela, aproximando-se com os espetinhos na mão.
– Não – responderam.

NO @P@RT@MENTO DE C@RLY
– Eu quero morrer – disse Spencer, chorando e se jogando no sofá.
– Que isso! – disse Carly. – Seja homem.
– Não posso viver se a Mary. Ela naõ quis falar comigo. Pegou um táxi e foi embora.
– Carly – chamou Sam, sentada ao balcão da cozinha –, “xícara” é com x ou ch?
– “x”. Peraí, a redação não é sobre a Segunda Guerra?
– É, mas não é porque há uma guerra que as pessoas vão parar de tomar café.
– É, seria perfeito demais você fazer um dever e corretamente – disse Carly e olhou para Spencer, jogado no sofá, com um monte de papel usado para assoar o nariz. – Já volta. Cuida do Spencer.

M@IS T@RDE
– Que bom que o Spencer voltou com a Mary – disse Sam. Ela e Carly estavam no estúdio, bolando o próximo iCarly e tomando sorvete.
– É, mas tô de castigo por um mês.
– Cadê o idiota? – perguntou Sam. – Tá atrasado.
– O idiota chegou – disse Freddie, parado atrás dela, junto com Melanie.
– O que tá fazendo aqui? – perguntou Sam.
– Ela é minha amiga – disse Freddie, aborrecido. – Vim dizer adeus ao iCarly.
– O quê!?
– É, cansei de ser tratado como nada. Eu faço esse programa acontecer e não sou recompensado. Vocês nem me agradecem.
– Qual o problema, Freddie? – perguntou Carly.
– Tá querendo o quê? – perguntou Sam. – Um salário?
– A Melanie está certa. Esse seu jeito debochado é irritante. Você é uma egoísta. Está sempre tentando me por pra baixo. Não volto aqui até ter meu trabalho reconhecido – e saiu.

DI@ DO IC@RLY
– Eu tô feliz por ter voltado com o Griffin, pelo Spencer estar bem com a Mary...
– Pela Melanie ir embora amanhã – disse Sam.
– ...e fazendo uma nova escultura que vai dar muito dinheiro.
– Pela Melanie ir embora amanhã.
– Só tô triste pelo Freddie não falar com a gente.
– É hora de começar o programa – lembrou Sam.
– Vamos lá – disse Carly, levantando-se e indo para o computador. Ligou a câmera e voltou.
– Muito bem, garota – disse Freddie, entrando no estúdio. – Qual o seu problema, hein?
– Do que você tá falando? – perguntou Sam.
– Você disse a minha mãe que a Melanie explodiu uma bomba no banheiro da escola dela e minha mãe acreditou.
– Pessoal – disse Carly e eles empurraram-na num pufe.
– A bomba explodiu – disse Sam. – Alguém teria que ter explodido.
– Mas é muita cara de pau – disse Freddie. – Você tá com ciúmes da Melanie.
– Por causa de você? Ha!
– Pessoal... – disse Carly. Os dois empurraram ela no pufe e se aproximaram.
– É, confessa que você gosta de mim, por isso fez a Carly terminar comigo e agora fez minha mãe odiar a Melanie.
– Mas é muito convencido – disse Sam.
– Pessoal... – Carly tentou levantar-se, mas foi empurrada de novo e caiu sentada.
– Eu sei porque você usa esse ódio por mim como máscara. Na verdade você ma ama.
– Ah, fala sério. Quem gosta de mim é você. Por isso aceitou sair com Melanie quando ela esteve aqui a primeira vez.
– Pessoal... – disse Carly e foi empurrada para o pufe, quando tentou levantar. – Ok, continuem então.
– Gosto da Melanie porque ela é legal, inteligente...e parece comigo – completou Sam. Eles estavam a dois centímentros um do outro.
– É... – eles se beijaram. Carly levantou-se e foi até a mesa do computador. – Parabéns. Vocês fizeram um show ao vivo para os fãs do iCarly.
Os dois olharam para ela.

DI@ SEGUINTE
– Descobriram que foi um garoto do último ano que explodiu a bomba – disse Melanie a Sam, Carly e Freddie, na sala do apartamento de Carly. – Então podemos voltar ao colégio.
– Que ótimo – disse Sam. – Tchau. – Melanie abraçou Carly e depois Freddie.
– Seria legal se você tivesse um irmão gêmeo – disse Melanie.
– Mas não tem – disse Sam, colocando-se entre os dois. – Tchau, Melanie.
– Ela me ama – disse Freddie, sorrindo e abraçando Sam.
– Tô tentando me acostumar com isso – disse Sam.
– Carly, fez os deveres de casa? – perguntou Spencer, vindo do quarto.
– Fiz.
– Escovou os dentes?
– Escovei.
– Nada de sair. Vou me encontrar com a Mary. O almoço já tá pronto.
– Mas eu ia sair com o Griffin – disse Carly.
– “Ia”. Muito bem – disse Spencer, pegando as chaves. – Ah, Melanie, está indo hoje, né? Boa viagem. Volte sempre.
– Não precisa. Pode ficar lá pra sempre – disse Sam. Spencer saiu.
– Preferia quando ele só via a Mary na frente dele – disse Carly. – Agora ele tá no pé igual chiclete. “Não era isso que você queria? Atenção.” – imitou a voz do irmão.
– Não era isso que você queria? – perguntou Sam.
– Mamãe tá lá embaixo esperando – disse Melanie. – Tchau, então, pessoal.
– Vamos te levar até a portaria – disse Carly. Os quetro saíram e fecharam a porta.
FIM

MUITO, MUITO OBRIGADA, FLORA. SÃO POUCAS AS PESSOAS QUE ME APOIAM NA CARREIRA DE ESCRITORA E SEU APOIO É IMPORTANTE. MELANCISSA, NÃO TENHA VERGONHA DO QUE VC ESCREVE. SE VOCÊ ACHA QUE É BOM, VÁ EM FRENTE, NÃO LIGUE MUITO PARA O QUE AS PESSOAS DIZEM.INFELIZMENTE QUEM ESCREVE Ñ É MUITO VALORIZADO NO NOSSO PAÍS, MAS UM DIA ISSO VAI MUDAR:)
QUINTA FIC EM BREVE;)
VISITEM http://clubedeleituraathena.blogspot.com/ É O BLOG DO CLUBE DE LEITURA DO MEU COLÉGIO.THANK YOU

sexta-feira, 11 de junho de 2010

iCARLY - FANFIC 3 1ª TEMPORADA

Pessoal, quem passar pelo blog por favor deixe comentários. E divulguem, contem para os colegas, amigos, familiares, vizinhos...Thank you :)Obrigada, Flora, pelo apoio.

*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

@POST@NDO TUDO

@P@RT@MENTO DE C@RLY
Carly, Sam e Spencer estavam tomando café-da-manhã quando Freddie entrou. Mas ficou parado na porta.
– Tchau, mãe – gritou para o apartamento da frente.
– Não fale assim comigo, Freddie Benson – os outros ouviram a srª Benson gritar.
– Não sou mais criança, mãe.
– Venha tomar café.
– Já tomei.
– Não vá beijar ninguém.
Freddie fechou a porta.
– Bom dia – cumprimentou os outros.
– Bom dia!
– Minha mãe tá me deixando doido. Me trata como se eu fosse criança.
– É, uma hora você ia se rebelar – disse Sam, com a boca cheia de torrada com geleia. – Com aquela morcega velha como mãe eu já teria fugido de casa.
– Êh, garota, não fala da minha mãe – disse Freddie, aborrecido.
– Tô mentindo? – enfrentou Sam.
– Eu tô cansado de você...
– Ôh – gritou Carly. – Será que vocês podem ficar sem brigar um segundo? – Eles ficaram quietos.
– Eu não falo da sua mãe.
– Por que minha mãe não é uma louca varrida...
– Eu não quis dizer um segundo literalmente – disse Carly, em voz alta. Os dois calaram-se. – Ah, Sam, diga uma coisa que você queira muito.
– Que o Freddie morra.
– Além disso...
– Um tênis muito maneiro que eu vi no shopping – disse Sam, animada. – É demais! Mas é caro – Por quê? Você vai me dar? – perguntou, esperançosa.
– Freddie, e você?
– Um video-game de realidade virtual. Último modelo. Pedi a minha mãe, mas ela disse que esses jogos são violentos e...
– A gente não quer saber o que sua mãe acha – disse Sam, ríspida.
– Estou falando com a Carly.
– Vamos fazer uma aposta – disse Carly. – Se vocês ficarem o dia todo sem brigas, eu compro o que vocês querem. – Os dois pensaram um pouco.
– Feito – disseram.
– Não vale xingamentos, provocações, ironias e, principalmente, agressões.
– Ok, pessoal. Hora da escola – disse Spencer.Os três levantaram-se.
– Carly – chamou Spencer. Sam e Freddie tinham saído. – Eu aposto que eles vão conseguir.
– Eu aposto que não – disse Carly. – O dinheiro dos presentes?
– Apostado – falou Spencer, pegando as chaves do carro. Os dois saíram e fecharam a porta.

NO COLÉGIO
Sam estava sentada na carteira atrás de Carly e Freddie, na carteira atrás de Sam. Freddie pediu a professora para ir ao banheiro. Sam pegou o vidrinho de corretivo, desatarraxou a tampa e deixou virado em cima do dever de Freddie.
– Ah, que droga – disse Freddie quando viu o estrago.
– Ah, que pena – disse Sam. – Se quiser eu copio pra você.
– Não, obrigada. Acho que posso entregar na próxima aula.
O sinal tocou.

NO REFEITÓRIO
– Freddie, você poderia pegar meu almoço? – pergunotou Sam.
– Eu nã... – Carly olhou para ele. – Claro, Sam.
Ele voltou, alguns minutos depois, com duas bandeijas – passou uma para Sam.
– Obrigada – disse ela e começou a comer o hambúrguer. – Água – disse, de repente. Carly passou a Coca-Cola dela para Sam, já não tinha água.
– O que houve? – perguntou Carly.
– Pimenta. E já sei quem foi... – disse, olhando para Freddie. – Deve ter sido engano damulher do refeitório.
– É – disse Carly.

N@ S@ÍD@
Sam viu Freddie sozinho perto dos armários e caminhou até ele.
– Muito bem, Benson – disse Sam, pegando Freddie pelo colarinho. – Eu sei que foi você quem colocou pimenta no meu almoço e...
– Olá, pessoal – disse Carly, aproximando-se. Sam abraçou Freddie. – O que aconteceu?
– O Freddie tá triste e eu tava confortando ele – disse Sam.
– Ah – disse Carly. – Vamos? Hoje é dia do iCarly. Temos que organizar tudo. – Os três saíram.

ESTÚDIO DO IC@RLY
Freddie, Carly e Sam estavam com tudo pronto para começar o programa.
– E, aí, Carly? – perguntou Sam. – Quando vamos saber se vencemos a aposta?
– Depois do programa.
– É claro que vencemos – disse Freddie. – Não brigamos nenhuma vez hoje. – Olhou no relógio. – Um minuto para começar.
Carly e Sam levantaram-se e se posicionaram na frente da câmera.
– Em 5,4,3,2... – disse Freddie.
– Eu sou Carly.
– E eu, Sam.
– E esse o iCarly – disseram as duas.
– Para começar o programa de hoje – disse Carly. – Vamos ver esse garoto que come banana verde com ketchup...

DEPOIS DO IC@RLY
Freddie e Carly estavam fazendo os deveres de casa, sentados à mesa da cozinha. Sam também estava com eles, mas comendo picles.
– E, aí, Carly, qual o resultado da aposta? – perguntou ela, com a boca cheia.
– Vou deixar o resultado pra amanhã.
– Se a gente perder, o que vai querer?
– Eu digo na hora.
– Socorro! – disse Spencer, entrando no apartamento e fechando a porta.
– O que houve? – perguntou Carly.
– Eu apostei U$ 100 com o Meião que beijaria a moça da lanchonete aqui da frente.
– U$ 100? – disse Sam. – Ninguém aposta U$ 100 por um beijo.
– Eu tô liso! – disse Spencer.
– Você beijou a garota? – perguntou Freddie.
– Não. Ela era linda demais!
– Qual o problema?
– Isso é assustador! – A campanhia tocou.
– Diz que eu não tô aqui – Spencer foi para seu quarto.
– Sempre sobra pra mim – disse Carly, abrindo a porta. – Ah, oi, Meião. O Spencer não tá.
– Sério? Eu vi ele subir.
– É, ele pulou pela janela – disse Carly
– Diz a ele que divido o dinheiro da aposta em duas vezes.
– Eu pago por ele – disse Carly, pegando duas notas de cinquenta na bolsa.
– Diz a ele que a garota achou ele uma gracinha. Não sei prquê. – Meião saiu.
– Valeu, Carly – disse Spencer.
– Você tá me devendo cem doláres – disse Carly. – Sam, larga essses picles e vai estudar. – Spencer jogpu-se no sofá.
– Me empresta um lápis? – perguntou a Freddie. O garoto abriu o bolso da frente da mochila, quando colocou a mão lá dentro...
– Aaaai! – disse ele, tirando a mão presa numa ratoeira.
– Freddie – disse Carly, assustada e tirou a ratoeira da mão do garoto. Foi buscar gelo.
– Obrigado, Carly – disse ele, quando a garota trouxe a bolsa de gelo. – Eu já vou – levantou-se.
– Eu...espero...que...fique bem – disse Sam, tentando conter o riso.
– Você vai me pagar – disse Freddie, entredentes, ao ouvido de Sam e saiu.
– Eu...preciso...ir ao banheiro – disse Sam e subiu as escadas ainda rindo.
– Eu disse que eles não iam conseguir – disse Carly a Spencer.
– É, eu fui ingênuo.

ESTÚDIO DO IC@RLY
Sam estava assistindo ao filme “Big Burguer” e se acabando de dar risada, quando Freddie entrou .
– Onde está a Carly?
– Foi até a lanchonete.
– Que ótimo! Assim a gente pode conversar. Eu sei que foi você quem colocou a ratoeira na minha mochila.
– Você colocou pimenta no meu almoço.
– Você começou, quando jogou corretivo nomeu dever. Quer saber, vou falar com a Carly e vou acabar com essa aposta – disse Freddie e saiu.
– Eu preciso daquele tênis – disse Sam, levantando-se e indo atrás de Freddie. Alcançou-o na escada e o segurou pela gola da blusa.
– Me larga – disse Freddie, desvencilhando-se. Sam perdeu o equilíbrio e caiu.
– Sam – disse Freddie, ajoelhando-se perto dela. – Sam, você tá bem? – Ele levantou a cabeça dela e segurou-a no braço. – Não morre, por favor.
– Qualé, Benson, eu tô bem – disse Sam, desvencilhando-se do abraço de Freddie.
– O que houve? – perguntou Carly, entrando no apartamento e colocando as sacolas no sofá.
– Eu caí – disse Sam, levantando-se e sentando-se no sofá.
– Desculpa, Sam – disse Freddie.
– Tudo bem. Eu me desequilibrei.
– Vocês tavam brigando de novo? – perguntou Carly, aborrecida. – OK, já chega. Acabou a aposta! Vocês perderam.
– Mas e meus tênis? – perguntou Sam.
– Esquece – disse Carly e entrou no elevador.

ESTÚDIO DO IC@RLY
– Carly – chamou Sam, entrando no estúdio, acompanhada de Freddie.
– A gente decidiu parar de brigar – disse Freddie.
– Pelo menos na sua frente – disse Sam. Carly olhou para ela. – Tá bom, eu vou fazer o que eu posso.
– Ok – disse Carly. – Agora, fechem os olhos.
– Você comprou meu tênis? – perguntou Sam e fechou os olhos Freddie também fecou os olhos. Carly pegou uma algema e prendeu um braço de Sam e outro de Freddie.
– O que você fez? – perguntou Sam.
– Vocês vão ficar assim até a srª Benson chamar o Freddie pra dormir – disse Carly. – Eu ganhei a aposta. É assim que vocês vão pagar. – Ela saiu do estúdio. Sam saiu correndo e arrastando Freddie. Ela passou pela porta, mas ele bateu o rosto na parede.
– Você não pode me deixar algemada com esse nerd-cabeção – gritou Sam, enquanto os dois corriam atrás de Carly.
FIM

A quarta em breve...Bjs