sábado, 22 de maio de 2010

ICARLY - FANFIC 2 1ª TEMPORADA

Aí está a segunda fic de iCarly. Espero que gostem. Flora e Manu, obrigada pelo incentivo.Bjoks

Fanfic 2
HOR@ D@ VERD@DE

ESTÚDIO DO IC@RLY
– Eu acho o vídeo bem interessante e engraçado – disse Carly.
– Eu também – disse Freddie, com o notebook aberto sobre o colo.
– O que você acha, Sam? – Carly perguntou à garota sentada no pufe a seu lado, com o olhar perdido. – Sam?
– Ahn? Não tava prestando atenção.
– Me conta uma novidade – disse Freddie.
– Cala boca, Benson!
– Qual o problema, Sam? – perguntou Carly. – Você só fica com o olhar perdido quando pensa em almôndegas, mas não estava rindo.
– Eu vou embora – falou Sam.
– Mas estamos no meio da reunião sobre o próximo iCarly – disse Freddie.
– Não, idiota. Eu vou embora da cidade. Minha mãe conseguiu um emprego de recepcionista num restaurante em Vancouver. Vamos pra lá depois de amanhã.
– Quê!? – disseram Carly e Freddie juntos. – Mas sua mãe nunca trabalhou – disse Carly.
– E o colégio? – perguntou Freddie.
– E o iCarly? – perguntou Carly.
– E nós? – perguntou Freddie. Carly olhou para ele.
– O que você quis dizer?
– Nossa amizade.
– Não, você disse “nós” no sentido de “eu e você”.
– Claro que não.
– Ôh – disse Sam. – Eu tô com um problema. Querem parar a D.R.?
– Temos que fazer alguma coisa – disse Freddie.
– Por que você tá tão preocupado com a Sam? – perguntou Carly. – Você sempre odiou ela.
– Você quer dizer que não se importa se eu for embora? – perguntou Sam, levantando-se.
– Não é isso. – Carly levantou-se também.
– Eu já vou – Sam saiu do estúdio.
– Não, Sam, espera. – Mas, quando Carly chegou à sala, Sam já tinha saido.
– Preciso fazer uma coisa – disse Freddie e saiu.
– O que houve? – perguntou Spencer, derramando um pacote de argila num balde.
– A Sam vai embora. A mãe dela vai trabalhar em Vancouver.
– A mãe da Sam nunca trabalhou.
– Eu sei – disse Carly, enquanto o irmão colocava água no balde. – Qual a proposta desta vez?
– Uma escultura sobre a verdade.
– O que vai fazer?
– Não faço ideia.
– E por que tá colocando água na argila? Se não pensar rápido, ela vai endurecer. – Spencer olhou para Carly.

NO COLÉGIO
– Cadê o idiota do Benson? – perguntou Sam a Carly.
– Bom dia, Sam. Estou bem, obrigada. E você?
– Ele disse para eu chegar cedo. Você sabe que eu só chego no segundo horário.
– Olha ele ali – disse Carly. Freddie veio na direçaõ delas.
– Bom dia! Sam, consegui um trabalho de recepcionista pra sua mãe. Aqui o endereço – Ele estendeu um pedaço de papel para ela.
– A gente não vai mais precisar se mudar – disse Sam, rindo. – Obrigada, Freddie – e abraçou-o. – Você é demais. Ainda te odeio, mas você é demais. – Ela saiu.
– Freddie – começou Carly –, você tá gostando da Sam?
– Quê!? – disse ele. – Ah, fala sério. – O sinal tocou. – Hora da aula. A gente se fala depois – e saiu apressado.

ESTÚDIO DO IC@RLY
– Legal você não ter ido embora – disse Carly a Sam. – Não queria ter dito aquilo.
– Tudo bem. Você só ficou com ciúmes do nerd-cabeção.
– Claro que não. O Freddie é meu amigo.
– Um-hum.
– Você que parece ter gostado do que ele fez por você.
– Claro, não queria ir embora de Seattle.
– Sei. E por acaso a história do bacon boliviano não foi propositalmente pra gente terminar?
– Não, só não queria que vocês dois ficassem se enganando com aquele namoro e se magoassem.
– Desde quando se importa em não machucar o Freddie? – perguntou Carly, em voz alta.
– Tá me acusando de alguma coisa, Carly Shay? – perguntou Sam , aumentando o tom de voz.
– Não!
– E por que tá gritando?
– Não tô gritando! – disse Carly, gritando.
– Oi – disse Freddie, entrando no estúdio. – Uau. A tensão aqui é palpável – ele olhou de uma para a outra. – O que houve?
– Nada – responderam as duas. – Vamos começar – disse Carly e tomou um pouco de água.
– O que é palpável? – perguntou Sam...

ESTÚDIO DO IC@RLY
– Até o próximo iCarly – disseram Carly e Sam.
– E, corta! – disse Freddie, desligando a câmera.
– Já vou – disse Sam, pegando a mochila.
– Nã-não – disse Carly. – Eu quero saber de uma coisa e vai ser agora.
– Tô cansada – disse Sam, fazendo cara cansada.
– Não ainda. Senta, Freddie – disse Carly, indicando o pufe ao seu lado. – Vamos, Sam – e indicou o outro pufe.
– Eu real...
– Agora! – gritou Carly.
– OK, temperamental.
– Vamos, eu quero o que tem no coração de vocês.
– Músculo e sangue – disse Sam.
– Não. Sentimentalmente falando.
– No da Sam não deve ter nada – disse Freddie. – Duvido que ela tenha coração.
– Cala boca, Benson!
– Não, gente, é sério – disse Carly, levantando-se. – Tem alguma coisa estranha acontecendo aqui.
– A única coisa estranha aqui é o Freddie – disse Sam.
– Freddie, você ainda gosta de mim? – perguntou Carly.
– Claro – disse Freddie. – Pra sempre.
– Quero dizer como gostava a dois anos?
– Vocês vão lavar a roupa suja na minha frente? – perguntou Sam.
– Acho que sim – respondeu Freddie a Carly, sem se importar com Sam.
– O que você sentiu beijando a Sam?
– Carly, isso é pessoal! – disse Freddie, ficando vermelho.
– Eu vou comprar frango – disse Sam,levantando-se. – Me empresta um dinheiro? – perguntou a Carly.
– Toma. Mas volta. Precisamos resolver nossa vida.
– Sabe, minha vida é muito complicada pra resolver numa tarde – disse Sam. – Nem se a gente ficasse aqui um século – esaiu.
– Você quer saber se eu gosto da Sam? – perguntou Freddie, quando Carly sentou-se a seu lado.
– Quero.
– Bom,acho que mudou alguma coisa depois do beijo. E você decidiu me dar uma chance...Eu fui comprando a bacon boliviano...Eu tô confuso.
– É, parece – disse Carly. – Só gostaria que vocês fossem sinceros comigo se tiver rolando alguma coisa.
– Isso quer dizer que você tá gostando de mim? – perguntou Freddie, esperançoso.
– Não, exatamente.
– Ah – disse Freddie, decepcionado.

ESTÚDIO DO IC@RLY
– Demorou – acusou Carly.
– É longe, a lanchonete – defendeu-se Sam.
– É do outro lado da rua – disse Carly.
– Resolveram a D.R.?
– Não estávamos discutindo a relação – disse Carly.
– Nem temos uma relação – disse Freddie, aborrecido. – E é tudo culpa sua – gritou ele para Sam. – Se você não tivesse feito minha cabeça eu estaria com a Carly agora.
– Ok, parem com isso – disse Carly. – Não estamos sendo sinceros. Estamos agindo como idiotas que não sabem controlar seus sentimentos.
– Falou de você – disse Sam a Freddie.
– Quer que eu seja sincero? – perguntou Freddie. – Eu odeio vocês duas. Sam, por ser tão egoísta e superficial e Carly, por se aproveitar dos meus sentimentos para me tratar como um cachorro – e saiu, batendo a porta. Depois voltou. – Mas ainda gosto de você, Carly – e bateu a porta de novo.

UM@ HOR@ DEPOIS
– Carly – chamou Spencer, da sala.
– Oi – disse ela aparecendo na escada, acompanhada de Sam.
– Terminei minha escultura.
– Uau. Em tempo recorde – disse Sam.
– Pois você me inspirou. Aquela conversa sobre cabeça e a verdade – pegou a ponta do pano que cobria a escultura. – Voilá. – Num suporte estavam um coração, um cérebro e uma interrogação em argila.
– Uau – disse Carly. – Quem comanda a verdade: o coração ou a razão. Muito legal, Spencer.
– Oi – disse Freddie, entrando no apartamento.
– Ué? Você não odiava a gente há uma hora? – perguntou Sam.
– Acho que sim, mas já passou – respondeu ele.
– Olha só a escultura do Spencer – disse Carly.
– Legal...Será que eu posso falar com você, Sam?
– Pode.

NO ESTÚDIO DO IC@RLY
– Promete que não vai quebrar meu braço depois que eu dizer o que eu vou dizer? – perguntou Freddie.
– Depende. Arrisca – disse Sam, com um sorriso macabro. Freddie engoliu em seco.
– Bom, eu acho que eu meio que me “acostumei” a gostar da Carly, sabe? Mas, depois do nosso beijo e de eu ter ficado com a Carly acho que não sinto a mesma coisa por ela.
– Isso não quer dizer que você gosta de mim, né?
– Eu não sei. Acho que sim.
– Isso é péssimo – disse Sam.
– É. Desastre total – afirmou Freddie.
– Não precisamos levar isso adiante – disse Sam.
– É, é menos complicado eu gostar da Carly.
– Então, amigos? – perguntou Sam, estendendo a mão.
– E inimigos nas horas vagas – disse Freddie, apertando a mão dela.
– Não esqueça que eu tenho todas as horas vagas – lembrou Sam.

ENQU@NTO ISSO
– O que será que eles estão conversando? – perguntou Carly, andando de um um lado para outro, na sala.
– Carly – disse Spencer –, senta aqui. – Ela sentou-se em um dos bancos ao balcão. – Você tá com ciúmes do Freddie com a Sam ou é apenas a sensação de que vai ser deixada de lado se eles ficarem juntos?
– Claro que não. Eu sei que eles nunca vão ficer juntos – disse ela, rindo. Spencer olhou para ela. – É, é isso mesmo.
– Carly Shay, isso é muito egoísta – disse Spencer, dando um murro no balcão.
– Eu sei – disse Carly. – Sabe, é estranho ver você fazendo o papel do adulto sensato.
– É mesmo – disse Spencer, quando Freddie e Sam chegaram a sala.
– E, aí, pessoal, alguém quer sanduíche de bacon com refrigerante? – perguntou Spencer, abrindo a geladeira.
– Só se o bacon não for boliviano – falou Freddie.
– Então, têm alguma coisa que eu precise saber? – perguntou Carly.
– Tem – disse Sam. – Eu acho o Freddie um babaca e nerd-cabeção.
– E eu acho a Sam insuportável e egoísta – disse Freddie.
– É, acho que tudo voltou ao normal – disse Carly, sorrindo.
FIM